sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Eu Não Consigo Ser Alegre O Tempo Inteiro


Você sempre surge em minha mente
Sempre você e ninguém mais
É de você que eu me lembro
Sempre você e ninguém mais
E ninguém mais, e ninguém mais
Eu sempre tento e não consigo
Então as vezes quando a noite chega
Eu fico só comigo mesmo
E só me resta a saudade como companhia
Como companhia
Eu não consigo ser alegre
O tempo inteiro
Eu não consigo ser alegre
O tempo inteiro
Eu não consigo
Você sempre surge em minha mente
Sempre você e ninguém mais
É de você que eu me lembro
Sempre você e ninguém mais
E ninguém mais, e ninguém mais
Você diz que não me quer mais
E que agora eu sou seu grande amigo
Você me quer só a metade
Mas pra mim você está em toda a parte
Em toda a parte
Eu não consigo ser alegre
O tempo inteiro
Eu não consigo ser alegre
O tempo inteiro
Eu não consigo

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

As Mulheres Que Dizem Que Amam

Me encontro aqui mais uma vez,
eu e o papel.
Amigos eternos e inseparaveis.
Voltando a falar dos mesmos assuntos
Vindo a reclamar de coisas novas
mais uma vez, de novo.
Isso tudo é muito futil
e os motivos improvaveis,
Mas consigo os provar.
Será se não está claro?
Tenho mesmo que continuar levando
Este jogo à frente?  Mentindo e ouvindo mentiras descaradas?
Você não me ama. Isso é uma verdade que está na sua
E na minha cara.
Ainda estou sentindo aquele maldito gosto de cigarro
Que o seu maldito beijo passa pra minha boca.
Prefiro os beijos doces das ninfas
E sua pele macia e molhada do orvalho da floresta da minha tristeza.
Elas foram esmagadas pelo orgulho podre da nossa insegurança.
Você vive lá no seu passado
Tenebroso por natureza.
E não entendo. Porque eu sempre fui o escolhido
Para secar suas lagrimas,
Lhe dizer palavras bonitas,
Levar ao paraiso,
E te trazer de volta sã e salva?
Você está segura, agora.
Agora sim, a minha função acabou.
Preciso voltar e me recuperar....
Até eu morrer de novo
Pelas mãos impiedosas
das mulheres que dizem que amam.

sábado, 15 de outubro de 2011

Aquelas Malditas Sete Letras

Quando falo contigo, no meu peito
Esquece-me esta dor que me consome:
Talvez corre o prazer nas fibras d’alma:
E eu ouso ainda murmurar teu nome!

Que existência, mulher! se tu souberas
A dor de coração do teu amante,
E os ais que pela noite, no silêncio,
Arquejam no seu peito delirante!

E quando sofre e padeceu... e a febre
Como seus lábios desbotou na vida...
E sua alma cansou na dor convulsa
E adormeceu na cinza consumida!

Talvez terias dó da mágoa insana
Que minh’alma votou ao desalento...
E consentirás, ó virgem dos amores,
Descansar-me no seio um só momento!

Sou um doudo talvez de assim amar-te,
De murchar minha vida no delírio...
Se nos sonhos de amor nunca tremeste,
Sonhando meu amor e meu martírio...

E não pude, febril e de joelhos,
Com a mente abrasada e consumida,
Contar-te as esperanças do meu peito
E as doces ilusões de minha vida!

Oh! quando eu te fitei, sedento e louco,
Teu olhar que meus sonhos alumia,
Eu não sei se era vida o que minh’alma
Enlevava de amor e adormecia!

Oh! nunca em fogo teu ardente seio
A meu peito juntei que amor definha!
A furto apenas eu senti medrosa
Tua gélida mão tremer na minha!...

Tem pena, anjo de Deus! deixa que eu sinta
Num beijo esta minh’alma enlouquecer
E que eu viva de amor nos teus joelhos
E morra no teu seio o meu viver!

Sou um doudo, meu Deus! mas no meu peito
Tu sabes se uma dor, se uma lembrança
Não queria calar-se a um beijo dela,
Nos seios dessa pálida criança!

Se num lânguido olhar no véu de gozo
Os olhos de Espanhola a furto abrindo
Eu não tremia... o coração ardente
No peito exausto remoçar sentindo!

Se no momento efêmero e divino
Em que a virgem pranteia desmaiando
E a c’roa virginal a noiva esfolha,
Eu queria a seus pés morrer chorando!

Adeus! Rasgou-se a página saudosa
Que teu porvir de amor no meu fundia,
Gelou-se no meu sangue moribundo
Essa gota final de que eu vivia!

Adeus, anjo de amor! tu não mentiste!
Foi minha essa ilusão e o sonho ardente:
Sinto que morrerei... tu, dorme e sonha
No amor dos anjos, pálido inocente!

Mas um dia... se a nódoa da existência
Murchar teu cálix orvalhoso e cheio,
Flor que respirei, que amei sonhando,
Tem saudade de mim, que eu te pranteio!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Hino de morte

Sonhos me carregam enquanto durmo
quando eu suspiro eu escrevo seu nome em minha alma
Quando eu procuro suas palavras
Me sinto arremesado em nossos destinos
Entrelaçados
Sussurro mortal em meu ouvido
Finalmente é a minha vez, minha hora chegou.

Eu nunca pensei que eu iria me sentir assim
Eu nunca pensei que eu iria tão longe
Eu nunca pensei que eu iria me render
Eu nunca pensei que eu fosse me dar por vencido a você.

Para me dar um sinal da amor antes que eu morra
Mostre-me que você ouviu minha prece
 
Véu de neblina embaça a minha vista.
É a entrada para a casa morte
Lá eu vi, meu doce eterno amor.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Sangrando Por Dentro

Perdi toda a minha esperança
Você não pode dizer que eu não tentei
Eu ainda sinto amor em mim.
Isso deve ser tudo, tudo o que eu tenho

Aprendi muito com você
Eu sei como eu vou levá-la
Por favor, não me deixe agora
Ouvi-me, ficar um pouco mais

Isso não pode ser verdade
Foda-se! Eu te amo ...

Depois de escurecer você está perto de mim
Você é um anjo como eu posso ver
Outro dia ao seu lado
É o suficiente para eu morrer em paz

Eu vivo em tristeza
Você está no escuro

Eu vivo em tristeza
Você é a minha escuridão
Tenho que veê-la antes de morrer....

Experimente essa minha tristeza
Veja o que acontece
Escuro ainda sem sentido
Está imprudente
Rosto da minha loucura


Minha vida se despedaça quando me fala isso,
Quando você esfaqueia meu coração

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Lagrimas Falhas

Se me perguntas se te esqueço
Nunca neguei a ti respostas
A sua presença pra mim era sem preço
Jamais revelei as coisas nossas

Minha alma chora por dentro
Não se percebe por fora
Não entendo como aguento
Sentir dor por tantas horas

Jamais esqueça de quanto afeto de ofereci
Das noites enluaradas em que nos meus braço te acolhi

Dos poemas que recitei, e eles teu nome mencionava
Meus olhos lacrimejavam, enquanto minha vista embaçava

Eu fui o teu guardião no beira da praia, pálida e sombria
Com meu amor te aquecia, teus sonhos secretos descobria... Enquanto dormia 

Mas agora você me abandonou, encontrou um outro alguem
Você nunca entendeu, mas logo vai descobrir que te amar igual a mim
Nunca irá amar ninguem

Me trocaste por uma aventura, sem sentido
Suas palavras, sinceras como uma navalha
Ceifou meus sentimentos, que haviam sentido?
Espero aqui, e logo vou te ver. Sentir, viver, rasgar essa mortalha
Todas as suas lagrimas não passaram de tentavivas falhas

quarta-feira, 13 de abril de 2011

13/04/2011; 00:23 - Medo da Solidão.

Como enxergaria os corpos no caminho
Sem seu lindos olhos que brilham e guiam-me na escuridão?
Mesmo lendo e sentindo sua angústia,
Te admirar é o meu destino
E seu, mesmo com suas dúvidas e receios é seu meu coração

Seu amor é como a escuridão
Que para uns desola, mas livra-me da angústia
Da terrível e soturna solidão.
Muito mais que agonizante é a sua falta
Muito mais que gritante a minha dor
De saber que é por ti que meu coração salta
Mas mesmo assim, não conseguir demonstrar o meu amor.

Ao som de uma balada pesada
E triste de metalcore
Que escrevo essas palavras, provas ousadas
Mas mesmo assim sua estaticidade me engole

Não será através destes relatos
Que conseguirei sua total confiança
Mas se não tentar
O tempo há de desatar nossos laços
E só então será o fim de toda esperança

Mas enquanto existir amor, eu existirei para você
Mas sem confiança avançarei meu estado terminal
E ai então eu perderei todos os motivos, irei morrer
Não deixe-me para o final

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Meu Fim Moderno

Queria celebrar meu fim moderno
Mas como poderia
Se já estou no inferno.

Sinto que me queria assim
Como um novo boneco
Na sua coleção carmesim
Você adora tudo o que eu renego
Sofrimento para você!? e para mim?

Sentimento de posse esta noite
Que será eterna pra você e para mim
Nessa noite, banhados pela lua, será o nosso fim.

Hoje é a minha noite, a noite e você
Antes do seu fim você será só minha
Preparesse pois agora
é a nossa hora de morrer, minha rainha

quarta-feira, 30 de março de 2011

Reflecções Mórbidas

Simplesmente, só preciso que alguém me enterre. Pois eu já pereci há muito. Eu nunca soube onde estive, mas agora eu sei, eu estou aqui... Sóbrio. Mas o que faço aqui?

Aqui é o ensaio para o inferno.

Isso cansa, eu nem me importava, mas parece que o amor dela era como a água que me lavo. Não é limpa, mas mesmo assim me refrescava.

Envolta de beijos o satelite do meu planeta Venus me explica que a espaçonave deve voltar imediatamente à superficie.

E entendo agora que a minha descendencia não pode ser outra, a não ser de Caim.

Só que a diferença é que até Lilith me abandonou

Silencio dos Mortos

Várias vezes me perguntam
E me pedem pra falar
Mas os mortos não falam
E nem conseguem andar

Falo de coisas Além-Cova
De uma maneira que causa espanto
Mas nunca acho o motivo de minha tristeza, pranto

Por favor não me deixe só
Mas esses é um de seus traços
Nem sente mais na garganta o nó

Até os mortos necessitam de espaço

O vazio desta sala se iguala a seu coração
Sem porta, sem carinho, sem cor e sem emoção.

domingo, 27 de março de 2011

Mas, e todas as lembranças?
O momento já se foi!

Lembranças de quando era criança
O inferno vem depois

Naquela maldita praça
Da igreja Gótica/Cristã

Nem sabia que a desgraça
Chegaria amanhã.

E esse dia de céu escuro
que nunca termina pra mim
Você e eu sabemos
Que isso não é mas nunca terá fim

quarta-feira, 23 de março de 2011

Gritos Silenciosos

Gritos Silenciosos

Gritei por você ,
Chamei,
Implorei,
Me cansei,
Onde você estavas não sei!

Gritei seu nome ao vento,
chorando um lamento,
de tristeza e dor...
Um lamento de amor!

Gritei
na chuva,
na claridade da lua,
na companhia das estrelas,
até o sol, quis amparar –me.

Gritei em vão,
cada grito vazio,
morria de dor meu coração...

Esse será meu último grito,
Se não ouvir agora,
irei tirar-te a força,
de dentro de mim.
Darei um fim a minha dor,
não morrerei de amor.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Rebatendo Nossas Tristezas

Aquela poesia me intrigou naquela hora
Como se dissesse que estava tudo acabado
Mas depois de uma conversa com a minha cara senhora
Descobri que odiava ter me amado

Perguntou-me do que achei daqueles versos
Soturnos de congelar a alma
Mas tive receio de responder o inverso
Que aquela poesia realmente me passava

A realidade dura e fria
Se igualava ao corpo de quem me remetia

Mas me acalentou com palavras doces depois
De me dizer que não era sobre nós dois

Pus-me a dizer, com grande pesar:

"Isso é uma resposta intima, mas por ela não serei julgado
Pois mesmo me tocando, seu assunto de mim não tem falado"

Pediste-me Perdão, por ter derramado minhas lagrimas
Orgulha-se de tal proeza?
Afundaste-me com teu poder de lascivia num poço de Lastimas
E experimentou com toda malicia de minha singela tristeza

Mas mesmo que te disculpe
Será como um prego no meu coração
toda vez que ele bate
Sentirei como doi sentir amor e emoção

*"Eu penso em nosso amor
Eu vou deixá-lo passar
Ele parece fogo
Mas não durará"


*Katatonia - My Twin

terça-feira, 8 de março de 2011

Querida Perdição

Minha querida, tudo o que eu fiz
Foi pra te ter aqui, sem pressão
Deixar de lado o passado e não ser infeliz
Voar até ai pra te entregar meu coração

Queria somente um pouco de amor
Sem que quando terminasse fosse embora
Não queria ter magoas e nem mais dor
Nem te pagar pra ficar contigo algumas horas

Essa convicção doentia de que mente
Não é de algum disturbiu meu
Depois de algum tempo a gente acha que sente
Que o coração despedaçado é somente teu

Nestas frases estão contidas sentimentos
Que nunca entraram no seu peito
Palavras jogadas ao vento
Momentos dissonantes, desrespeito

Algum dia iremos nos rever
Mas esse dia, eu juro a mim mesmo
Que esse amor irá renascer
E caminharemos até aonde desconhecemos
Vagaremos até o amanhecer

Pegue a minha mão, querida
Desça junto comigo
Até o lugar onde não há feridas
Até o lugar onde não há mais perigo

Talvez o caminho que te propus
Não seja o mais adequado, então
Não serve a poesia que compus
Pois nunca é tarde pra voltar
Do caminho da perdição

Mas mesmo assim controverso
Nunca menti para ti
Sua beleza equipara-se ao universo
Por isso não consigo fugir

Da sua soturna beleza vulgar
Que seja profana por longos tempo
Pois ela é meu objetivo, e por ela irei lutar
Não conseguirei dormir até que sinta por dentro

Todo o meu amor como agradecimento
Toda a dor pelo seu fingimento
Todo o rancor que de ti eu ceifei
Pois foram os frutos que em ti plantaram
e somente o que achei.

Somente isso não é o bastante
Tenho que me livrar dessa obsessão
Os meus sentimentos e os seus são distantes
Mas nunca irei desistir dessa querida perdição.

sábado, 5 de março de 2011

Conversação e Desgosto Mental Part. I


Parabéns, você conseguiu. Eu me odeio agora
Como nunca odiei alguem
Não me importo com ninguem
Não consigo nem pensar como ela pode me deixar assim

Me deixou pra traz
Está com outro rapaz
Não consegue explicar, mas eu mesmo explicarei por mim

-Não sei o que dizer agora, não olhe assim pra mim
-Depois de tudo, a nossa historia vai acabar assim?

-Você foi embora, me esqueceu e e tudo se diluiu
-Mas eu estou aqui pra refazer tudo aquilo que sumiu

Eu sei, mas uma vez jogado no chão.
Violado como uma duvida cruel
Agiste como se não houvesse coração
Na minha vida predomina o gosto amargo do fel

Reconquistar o seu amor é como tentar
Pegar um frasco de drogas caido no vaso
Quanto mais eu tento pegar mais acontece de se afastar
É como da bala receber apenas o estilhaço.




Árvore de Galhos Secos



Essa noite foi estranha.
Me sinto como uma árvore seca. Minhas cascas poentes
E meus galhos longos estão sendo as minhas caracteristicas mais reelevantes.
Essas cascas possuem nomes:
Alegria, Amizade, Confiança, Auto-Controle. Elas caem ao longo dos tempos, na montanha chamada Vida.
Os galhos podres e negros como o ébano tocam uma lápide, como se fosse tentar trazer de voltar a vida o seu cuidador.
Nesta lápide tem um nome, e esse nome, é o seu.
Mesmo que eu saiba que eu nunca vou conseguir te dar o que você quer. Você sempre será meu amor, não importa com quem e como esteja. O meu amor permanecerá intácto. Pena que minha aparencia e o meu orgulho não.
Se era isso que você queria, parabéns! Você conseguiu. Eu me odeio agora.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A Enganadora de Corpos



Este é um caso aparte na minha singela vidinha sedentária
Enquanto você dorme, os corvos voam e os corpos dançam.
Enquanto eu vivo, musicas entoam e e sentimentos passam
Nesta destruição pessoal, que chamo de vida, diária.

Neste pedaço de papel, descrevo esta passagem
Diferente do que eu esperava ser
Aquela menininha surgiu em minha frente como uma miragem
O amor, naquela hora receoso de não poder

Nas horas mais fúnebres ela me abandonou
Me deixou por motivos improvaveis
A unica parte que entendo, você me deixou
O resto é muito embaçado, resquiços odiáveis

Ela me usou como instrumento de seu poderio
Me enganou como um leigo sem visão
Meu coração preencheu-se de vácuo, vazio
Me sinto como um barco à deriva neste oceano de paixão

Que seja,  pois deste corpo nada se leva
Pois ela ludibriou-me, e levou tudo que me pertence
Agora dentro de mim há uma guerra
E sua falta pra mim é displicente

Poderia continuar rimando perdições
Mas sua alma insensivel não iria reconhecer
Que todos versos de todas as minhas canções
Foram feitas só pra você

Neste exato momento me arrependo
De ter me humilhado e ter me mostrado para você
Arrependimento é como ácido corroendo 
Tudo o que há por dentro
É como eu fiz. Tentei suicídio mas não pude morrer.

As lembranças surgem na minha mente 
É como o renascer dos mortos
Eu não consigo mais amar, estou totalmente discrente
Desiludido pela Enganadora de Corpos.


*Essa poesia foi escrita num momento de total sentimento de perda.
Escrito com profunda triztesa, acompanhado da musica Meridian da banda de Gothic Metal Sirenia.
Escrito por: Wellyton Cavalcante.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Lamentos Part. III

As vezes, a vida incita-nos a tomar decisões imediatas.
Mas nem sempre estamos aptos a resolve-las.

Tu me tocaste. Me tocaste como a lua que clareia a minha alma.
Te vejo. Sinceramente nos meus sonhos, você sempre está lá.
Por favor, não esqueça suas promessas, meus pedidos e o toque.

Eu nunca esquecerei, mas você me deixou.
Volte minha beleza pálida. Traga-me a vida.
Não por ter me deixado, mas pelo que roubou.
Pelas batalhas vencidas e pelo coração raptado.

Lua, tu que iluminas a vida noturna
Que encantas a mente dos solitários
Mediante estas ruas soturnas.
Que destroem meus sonhos diários.

Queime lua, queime como a minha alma
Pois as promessas feitas em teu nome já são cinzas
Que agora exercitam a minha Calma.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Encontro das Almas

Nao te vejo mais. Estou sem o refúgio do teu toque
te percebo em minhas emoções
As equações na minha mente se confundem
Nossas almas se fundem
e o eter prencheu-se com meu pranto

Entanto não choro, a minha essência humana reluta
vislumbrando tua encantadora e palida imagen
iluminando as ruas
Esquisitas ruas
nestes corpos de almas congeladas

Não existe um estar distante
tua presença é constante
desconhecemos quem somos e de onde viemos
Mas sei que estamos juntos
será que estamos juntos?
Em nossa solidão eterna

Te percebo. meu amor ainda cresce
como algo que jamais padece.
A eternidade é o nosso lugar
É só poesia, é só poesia.
poderia beijar-te sem olhar a luz tardia?

Lady Anger - Injured

Uma vez baleado, nunca mais deixamos o passado.
Voltar ao começo, é como odiar o obvio, como se pudesse muda-lo.
Ela é uma linda senhorita, aquela que me abraçou enquanto eu estava fora de mim.
Talvez meus atos tenham afastado-a da minha estrada.
"Estou confuso. Eu só queria saber porquê!"
Com o coração apertado, disse isto a ela, por meio de que eu não pudesse ver o seu sorriso sarcarstico.
"Eu não sei!"
Simples resposta, para uma pessoa que realmente fez coisas inacreditaveis por ela.
Sinto falta de quando eu pudia olha-la e deseja-la.
Mas depois que eu a conheci, foi muito forte o sentimento.
Vivo somente para isso?
Não quero servir de fantoche, por favor me mostre a saída.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Chuva de Lembranças

A chuva cai lá fora, e minha alma cai aqui dentro.
Eu vou tentar me levantar mais uma vez. Mas eu sei que será mais uma tentativa em vão.
Minha visão se torna embaçada depois de alguns drinks, mas não chega a ser tão embaçada
quanto a minha decisão. Me perguntaram o motivo de ser assim, será se eles não percebem que são eles?
Eu amaldiçôo este corpo, que abriga estas lembranças em forma de lâmina.
Os pingos d´agua caem e se misturam com as minhas lágrimas.
O céu é negro, na proporção da minha alma.
A terra está molhada, como o meu rosto.
O clima é frio, tenso e cheio de apreensão, como o meu ser.
Eu precisaria de uma escopeta pra agrada-la?
Ou seria melhor se eu a coloca-se na minha boca e atirasse?
Se a vida é uma urna de barro, a minha vida está despedaçada no chão.
Você tem a noção de quanto fez falta?
Você nunca teve noção de nada.
Mas mesmo assim, você tirou as teias de aranha que impediam meu coração de bater!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Solução Dissoluta

"Meu filho é um ótimo garoto."
Essas palavras sairam dela como que por um parto.
No seu mais intimo sabia, que ele não merecia tais palavras exaltantes.
Ele sabia que ali não era mais o seu lugar, e que não servia mais para eles.
Se pôs a pensar, e decidiu que devia partir,
Aquelas mentiras entravam como uma bala em seus ouvidos, e preferia esquece-las.
Sorrateiramente, pega suas coisas e, como pela ultima vez, senta naquela cama que o acolhera tanto tempo.
A desolação da dor da sua alma é intensa e ele resolve ficar naquele recinto.
Triste, cansado, desiludido
Ele cumpre sua rotina como se a sua vida depende-se daquelas migalhas,
que pena.
Pena era o único sentimento revolto na cabeça daqueles que compreendiam a situação daquele pobre garoto.
Que já não mais digno de quase nada. Que fez a escolha errada.
E agora paga por elas dia após dia, sem resitar.
- Morra garoto, Morra.
Essas palavras soaram como trombetas pós-apocalipticas na sua mente.
Não sabia de onde vinham, mas só sabia que era de um amigo.
Aquele amigo que ele nunca teve.
Por ser abominado por todos....
E agora extremamente, isso ecoava como uma saída.
A saida que ele esperou por toda a vida.
Ele abre sua bolsa, vê que nela há uma pistola.
Não sabia que pussera lá, mas sabia que foi um amigo.
Olha atentamente para ela, aponta para a testa e dispara...
Agora, ele não mais vive. Não há mais expectativa e nem mais precisa sofrer.
Não mais, pois ele acabara de encontra a solução pro sofrimento.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Lamentos Part.2

Sinto muito por não ligar mais.
A pura verdade é que não sigo mais conselhos seus.
Sinto por tudo que passou por mim, todo esse tempo escondida dentro deste casulo
Só pra me protejer do que eu não tinha ideia que seria tão nefasto e tenebroso
Sinto pelas suas noites de tristeza e testes de resistencia mentais.
sinto por não demonstrar mais afeto como antigamente
Sinto por não demonstrar afeto.....
Você me faz tão mal, mas mesmo assim eu preciso de você
Para sobreviver.


Talvez um dia a minha alma brilhe novamente.
Talvez eu não inunde-vos mais com a minha tristeza singular.
Talvez eu consiga sair deste quarto de recordações cortantes.
Talvez eu volte a ter aquele sorriso radiante como antes, como quando eu ainda tinha fé!
E não esta face pálida, sujeita a negação penosa.

Sinto por não acreditar nas suas metas pessoais, pessoalmente.

Não consigo esquecer quando você me disse, "você derrubou muito do castelo, agora vai derrubar o resto?"
Mas você, só você sempre soube que eu nunca deixo pela metade.
Ainda mais agora que minha vida se despedaçou por completo.
Desculpe-me por ter sido o Mar que derrubou o seu castelo de açúcar na areia.

Eu lamento por tudo, mas agora eu não consigo sentir mais nada.

Pelos Deuses

Oh!
Mas que pobre criatura é esta a vagar!
Que os Deuses tenham piedade da pobre criatura
que vaga no escuro,
cujo a caminhada é igual a da viúva mórbida
e os passos soam como a marcha fúnebre de um enterro solene.
Que os Deuse tenham piedade desta infeliz alma perdida.

Essa alma perdida não verá a luz de novo.
A tentação de suas mão incitam ao extase dos cortes
Como um louco ele não resiste ao martyr e se joga
Essa alma não verá a luz novamente.

Essa pobre alma sou eu!

Nihil Part.1

Ela veio com um sorriso lindo e radiante
como o dia que eu a conheci.
Ela veio com um lindo sorriso, o unico que me fazia viver para o mundo.
A unica coisa que me fazia viver.
Você era a unica razão de vida.
Com o mesmo sorriso que veio, foi embora.
Me deixando ao relento desolante.
Agora minha alma é como cacos cinzentos.
sem nenhuma expectativa eu sigo para o sul.
Pois o Norte me enxotara como um inutil.
Ainda vivo à mercê da insegurança deixada por você
Mas creio eu que eu não poderei mais seguir sem a sua presença.
Não me abomine mais. Você não sabe o que é acordar e ver
no maldito espelho aquela face infeliz, que realmente precisa melhorar.
Uma face vazia e sem expressão.
Pra quê melhorar? porquê eu não tenho forças pra levantar.
Pra quem melhorar? você me distancia cada vez mais da sua presença

Poderia te mostrar aquele homem que você conheceu como você
nunca percebeu. Mas nem isso você se importa
E nunca atravessará a muralha do orgulho
 Temo eu.

Pensamento Passado

Será se um dia acharei a verdadeira essencia do que sou?
Será antes do fim?
Ninguem escolhe a duração da sua vida e muito menos a intensidade da sua morte.
Muito menos Eu.
Eu, logo eu que sempre vive esta realidade obscura.
Sentirei o receio deste Nadir indispensavel
Silenciosa, cintilante e destrutivel.
Na verdade nada morre. Apenas descança!
Descança na escuridão do desconhecido infinito.

Crianças de amanhã mutiladas pela ignorancia de hoje.
Crianças, se querem mudar o mundo, comecem a lutar a partir de agora.
Pois o futuro é causa dos atos de hoje.

O futuro é agora!
(By: Old Well)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Prelúdio ao Platônico Amor

Seus olhos, poços de águas negras e turvas
Aguas que fazem-me aventurar
Descendo até o fundo,
mas com cuidado para não me afogar.

Sua pele pálida e macia,
Recessiva de uma natureza sedenta
Viajo na sua boca e sinto que tais sensações
O homem jamais há de inventar

Quão belo o seu sorriso, maléfico
E misterioso, nos quais me envolvem
Como tentáculos pervertidos
Que me levam direto ao profundo e
Negro poço do seu olhar.
Me afogo no desconhecido

Suas pernas são os caminhos
Ao meu deslize supremo
Regado ao tesão extremo
E o teu doce carinho

Mostrarte-ei o poder do amor
Através do torpor
Deitaste em meus braços
Largos como o Universo e
Tu me será o meu deleite

Reviverei a tua lembrança mórbida
Enquanto tiver forças
Levarei comigo sempre o teu legado
de Amor, Oh minha bela moça

De maneira alguma
dogmas irão dicipar
O sentimento remanescente
Do nectar
Levado pelo meu peito
e vivido de maneira sem par

Mostrarei ao mundo
Que o meu amor platônico
irá me amar
Seja hoje ou amanhã
Pois eu tenho o infinito pra provar

Que o meu amor existe
E não só na MINHA cabeça
Translatearei à realidade
E só assim em paz viverei
Pela eternidade.

(Well)&( * * * * * * )

Lamentos Part. I

Deusa, eu não tenho mais forças pra seguir em frente.
A sociedade é cruel e injusta.
Eu realmente não sei como inverter este triste quadro horrendo e putrefeito
Poderia muito bem ir embora daqui, mas para onde eu iria?
Para onde eu fugiria?
Minha alma chora e clama por salvação. Mas a salvação nunca chega. É em vão!?
Nesta realida insólita e tranlucida eu sigo pelas sombras. Pelas sombras destes edificios tristes.
O tempo emana uma ar melancólico, diferente de antes, diferente de quando eu ainda tinha fé!
Eu sinto como se tudo aquilo que tinham me mostrado realmente foi mentira. Então toda essa estrutura é falsa!
Realmente a sociedade me enganou, agrediu e repreendeu por anos.
Desculpe-me mas a unica saida é a dos covardes, e eu adotarei a morte como saída!

Resquiços de Uma Vida (Restos Mortais)

Mas uma vez eu estou só
Voltando ao começo interminável
Meu corpo contempla o pó
Seus restos mortais

Sombras loucas ao meu redor
Reduto de morte, insólita cor
Mas tudo será pior
Escolhas banais.

Agora estou na escuridão
Sorrindo pra sollidão
E não sei como escapar
Do sorriso maléfico da mentira

Mais uma vez estou no chão
Arrancaram meu coração
Não adianta mais tentar
Meu jeito não consegue mais negar....

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Prelúdio ao Trono das Sombras.

Este é o meu primeiro Post.
Com certeza essa é a primeira vez que você está visitando o meu Blog, se for seja bem vindo! Se não for
Seja bem vindo²
Mas porquê bem vindo?
Meu caro amigo e visitante. Este tipo de assunto publicado neste blog são de autoria minha. São palavras saídas do coração e do canto mais obscuro da minha alma.
Não quero que rotulem este blog como mais um blog com temática obscura, mas sim o seu recanto de reflexão.
"A atmosfera é realmente maléfica, mas você se sente à vontade dentro dela" Essas foram as palavras do guitarrista da banda Joy Division, Bernard Summer, acerca do filme Nosferatu.
Mas essa é a minha proposta para este blog.
Estas palavras são a transpiração da minha alma, que chora por não poder mais acreditar.
Então é isso que realmente queria revela-los
Sintam-se á vontade, pois a escuridão nos conforta.